O cavalo vem sendo selecionado, desenvolvido e aprimorado, através das eras, para desempenhar uma série funções específicas.
Hoje em dia não temos somente um animal de tração ou de transporte, os cavalos se tornaram atletas, com o mesmo desempenho que qualquer atleta olímpico e as mesmas exigências psicológicas e físicas, como por exemplo, o esforço repetitivo que leva ao stress. Esse stress causa queda no rendimento e aumenta a susceptilibilidade a doenças ou lesões e alterações comportamentais.
Para evitarmos esses fatores, necessita-se de um acompanhamento direto, através da observação e do convívio com o animal, estabelecendo-se um programa adequado para que o desempenho seja mantido ou elevado. Isso associado a um bom programa alimentar e de suplementação mineral e vitamínica, se necessário.
Existem várias maneiras de se detectar do que seu cavalo necessita. Observação do comportamento, ou seja, CONHECER o seu cavalo é um começo. O cavaleiro, seja o dono ou não do animal, é a principal ferramenta na hora de saber o que este necessita. Um bom cavaleiro não só monta bem, mas sabe quando seu animal está cansado, entediado, estressado, com dor, enfim qualquer alteração de humor ou comportamento mesmo que mais sutil.
Além da percepção do cavaleiro e do tratador, existe uma série de exames que podem nos ajudar a perceber o que está errado:
Medicina Biomolecular - ajuda a detectar com grande precisão, o que está em falta e o que está em excesso em um organismo.
Exames de rotina - para se estabelecer um padrão (aqui entenda-se exames de sangue, pulsação, urina e fezes).
Exames complementares – quando há suspeita de alguma alteração detectada ou não nos exames de rotina
Mudança no Manejo – às vezes o cavalo necessita de uma reciclagem (o cavaleiro idem)
E, às vezes, simplesmente férias – uma mudança de espaço, pasto, ambiente, simplesmente ficar solto por uns dias é muito bem-vindo a qualquer atleta eqüino ou não!